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"Na verdade, o homem não busca nem o prazer nem a dor, mas sim apenas a vida. O homem procura viver intensamente, completamente, perfeitamente. Quando conseguir fazer isto, sem lesar a liberdade alheia e sem nunca ser lesado, quando todas as suas atividades só lhe proporcionarem satisfação, ele será mais saudável, mais normal, mais civilizado, mais si mesmo. A felicidade é a medida pela qual o homem julga a natureza e avalia até que ponto está em harmonia consigo mesmo e com o ambiente." - Oscar Wilde
j-o-v-e-m-p-r-o-f-e-t-a:
obrigadaa por seguir +follow qe Deus te abençoe :3

nada, obrigado vcc! <


Posted on May/27/2012 with 1 note

Pessoas normais puxando assunto: 

mundodebesteira:

Eu:

(Source: naoponhaaculpaemmim, via anacarolinaads)



O Rouxinol e a Rosa 

”- Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas – exclamou o Estudante – mas estamos no inverno e não há uma única rosa no jardim…

Por entre as folhas, do seu ninho, no carvalho, o Rouxinol o ouviu e, vendo-o ficou admirado…

  • Não há nenhuma rosa vermelha no jardim! – disse o Estudante, com os olhos cheios de lágrimas. – Ah! Como a nossa felicidade depende de pequeninas coisas! Já li tudo quanto os sábios escreveram. A filosofia não tem segredos para mim e, contudo, a falta de uma rosa vermelha é a desgraça da minha vida.

Eis, afinal, um verdadeiro apaixonado! – disse o Rouxinol. Tenho cantado o Amor noite após noite, sem conhecê-lo, no entanto; noite após noite falei dele às estrelas, e agora o vejo… O cabelo é negro como a flor do jacinto e os lábios vermelhos como a rosa que deseja; mas o amor pôs-lhe na face à palidez do marfim e o sofrimento marcou-lhe a fronte.

  • Amanhã à noite o Príncipe dá um baile, murmurou o Estudante, e a minha amada se encontrará entre os convidados. Se levar uma rosa vermelha, dançará comigo até a madrugada. Somente se lhe levar uma rosa vermelha… Ah… Como queria tê-la em meus braços, sentir-lhe a cabeça no meu ombro e a sua mão presa a minha. Não há rosa vermelha em meu jardim… E ficarei só; ela apenas passará por mim… Passará por mim… E meu coração se despedaçará.

  • Eis um verdadeiro apaixonado… – pensou o Rouxinol. – Do que eu canto, ele sofre. O que é dor para ele é alegria para mim. Grande maravilha, na verdade, é o Amar! Mais precioso que esmeraldas e mais caro que opalas finas. Pérolas e granada não podem comprá-lo, nem se oferece nos mercados. Mercadores não o vendem, nem o conferem em balanças a peso de ouro.

  • Os músicos da galeria – prosseguiu o Estudante – tocarão nos seus instrumentos de corda e, ao som de harpas e violinos, minha amada dançará. Dançará tão leve, tão ágil, que seus pés mal tocarão o assoalho e os cortesãos, com suas roupas de cores vivas, reunir-se-ão em torno dela. Mas comigo não bailará, porque não tenho uma rosa vermelha para dar-lhe… – e atirando-se à relva, ocultou nas mãos o rosto e chorou.

  • Por que está chorando? – perguntou um pequeno lagarto ao passar por ele, correndo, de rabinho levantado.

  • É mesmo! Por que será? – Indagou uma borboleta que perseguia um raio de sol.

  • Por quê? – sussurrou uma linda margarida à sua vizinha.

  • Chora por causa de uma rosa vermelha, – informou o Rouxinol.

  • Por causa de uma rosa vermelha? – exclamaram – Que coisa ridícula! E o lagarto, que era um tanto irônico, riu à vontade.

Mas o Rouxinol compreendeu a angústia do Estudante e, silencioso, no carvalho, pôs-se a meditar sobre o mistério do Amor.

Subitamente, abriu as asas pardas e voou.

Cortou, como uma sombra, a alameda, e como uma sombra, atravessou o jardim.

Ao centro do relvado, erguia-se uma roseira. Ele a viu. Voou para ela e posou num galho.

  • Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu cantarei para ti a minha mais bela canção!

  • Minhas rosas são brancas; tão brancas quanto à espuma do mar, mais brancas que a neve das montanhas. Procura minha irmã, a que enlaça o velho relógio-de-sol. Talvez te ceda o que desejas.

Então o Rouxinol voou para a roseira, que enlaçava o velho relógio-de-sol.

  • Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu te cantarei minha canção mais linda.

A roseira sacudiu-se levemente.

  • Minhas rosas são amarelas como os cabelos dourados das donzelas, ainda mais amarelas que o trigo que cobre os campos antes da chegada de quem o vai ceifar. Procura a minha irmã, a que vive sob a janela do Estudante. Talvez ela possa te possa ajudar.

O Rouxinol então, dirigiu o vôo para a roseira que crescia sob a janela do Estudante.

  • Dá-me uma rosa vermelha – pediu – e eu te cantarei a mais linda de minhas canções.

A roseira sacudiu-se levemente.

  • Minhas rosas são vermelhas, tão vermelhas quanto os pés das pombas, mais vermelhas que os grandes leques de coral que oscilam nos abismos profundos do oceano. Contudo, o inverno regelou-me até as veias, a geada queimou-me os botões e a tempestade quebrou-me os galhos. Não darei rosas este ano.

  • Eu só quero uma rosa vermelha, repetiu o Rouxinol, – uma só rosa vermelha. Não haverá meio de obtê-la?

  • Há, respondeu a Roseira, mas é meio tão terrível que não ouso revelar-te.

  • Dize. Não tenho medo.

  • Se queres uma rosa vermelha, explicou a roseira, hás de fazê-la de música, ao luar, tingi-la com o sangue de teu coração. Tens de cantar para mim com o peito junto a um espinho. Cantarás toda a noite para mim e o espinho deve ferir teu coração e teu sangue de vida deve infiltrar-se em minhas veias e tornar-se meu.

  • A morte é um preço exagerado para uma rosa vermelha – exclamou o Rouxinol – e a Vida é preciosa… É tão bom voar, através da mata verde e contemplar o sol em seu esplendor dourado e a lua em seu carro de pérola… O aroma do espinheiro é suave, e suaves são as campânulas ocultas no vale, e as urzes tremulantes na colina. Mas o Amor é melhor que a Vida. E que vale o coração de um pássaro comparado ao coração de um homem?

Abriu as asas pardas para o vôo e ergueu-se no ar. Passou pelo jardim como uma sombra e, como uma sombra, atravessou a alameda.

O Estudante estava deitado na relva, no mesmo ponto em que o deixara, com os lindos olhos inundados de lágrimas.

  • Rejubila-te – gritou-lhe o Rouxinol – Rejubila-te; terás a tua rosa vermelha. Vou fazê-la de música, ao luar. O sangue de meu coração a tingirá. Em conseqüência só te peço que sejas sempre verdadeiro amante, porque o Amor é mais sábio do que a Filosofia; mais poderoso que o poder. Tem as asas da cor da chama e da cor da chama tem o corpo. Há doçura de mel em seus braços e seu hálito lembra o incenso.

O Estudante ergueu a cabeça e escutou. Nada pode entender, porém, do que dizia o Rouxinol, pois sabia apenas o que está escrito nos livros.

Mas o Carvalho entendeu e ficou melancólico, porque amava muito o pássaro que construíra ninho em seus ramos.

  • Canta-me um derradeiro canto – segredou-lhe – sentir-me-ei tão só depois da tua partida.

Então o Rouxinol cantou para o Carvalho, e sua voz fazia lembrar a água a borbulhar de uma jarra de prata.

Quando o canto finalizou, o Estudante levantou-se, tirando do bolso um caderninho de notas e um lápis.

  • Tem classe, não se pode negar – disse consigo – atravessando a alameda. Mas terá sentimento? Não creio. É igual a maioria dos artistas. Só estilo, sinceridade nenhuma. Incapaz de sacrificar-se por outrem. Só pensa e cantar e bem sabemos quanto a Arte é egoísta. No entanto, é forçoso confessar, possui maravilhosas notas na voz. Que pena não terem significação alguma, nem realizarem nada realmente bom!

Foi para o quarto, deitou-se e, pensando na amada, adormeceu.

Quando a lua refulgia no céu, o Rouxinol voou para a Roseira e apoiou o peito contra o espinho. Cantou a noite inteira e o espinho mais e mais foi se enterrando em seu peito, e o sangue de sua vida lentamente se escoou…

Primeiro descreveu o nascimento do amor no coração de um menino e uma menina; e, no mais alto galho da Roseira, uma flor desabrochou, extraordinária, pétala por pétala, acompanhando um canto e outro canto. Era pálida, a princípio, qual a névoa que esconde o rio, pálida qual os pés da manhã e as asas da alvorada. Como sombra de rosa num espelho de prata, como sombra de rosa em água de lagoa era a rosa que apareceu no mais alto galho da Roseira.

Mas a Roseira pediu ao Rouxinol que se unisse mais ao espinho. – Mais ainda, Rouxinol, – exigiu a Roseira, – senão o dia raia antes que eu acabe a rosa.

O Rouxinol então apertou ainda mais o espinho junto ao peito, e cada vez mais profundo lhe saía o canto porque ele cantava o nascer da paixão na alma do homem e da mulher.

E tênue nuance rosa nacarou as pétalas, igual ao rubor que invade a face do noivo quando beija a noiva nos lábios.

Mas o espinho não lhe alcançava ainda o coração e o coração da flor continuava branco – pois somente o coração de um Rouxinol pode avermelhar o coração de rosa.

  • Mais ainda, Rouxinol, – clamou a Roseira – raiar o dia antes que eu finalize a rosa.

E o Rouxinol, desesperado, calcou-se mais forte no espinho, e o espinho lhe feriu o coração, e uma punhalada de dor o traspassou.

Amarga, amarga lhe foi a angústia e cada vez mais fremente foi o canto, porque ele cantava o amor que a morte aperfeiçoa, o amor que não morre nem no túmulo.

E a rosa maravilhosa tornou-se purpurina como a rosa do céu oriental. Suas pétalas ficaram rubras e, vermelho como um rubi, seu coração.

Mas a voz do Rouxinol se foi enfraquecendo, as pequeninas asas começaram a estremecer e uma névoa cobriu-lhe o olhar, o canto tornou-se débil e ele sentiu qualquer coisa apertar-lhe a garganta.

Então, arrancou do peito o derradeiro grito musical.

Ouviu-o a lua branca, esqueceu-se da Aurora e permaneceu no céu.

A rosa vermelha o ouviu, e trêmula de emoção, abriu-se à aragem fria da manhã. Transportou-o o Eco, à sua caverna purpurina, nos montes, despertando os pastores de seus sonhos. E ele levou-os através dos caniços dos rios e eles transmitiram sua mensagem ao mar.

  • Olha! Olha! Exclamou a Roseira. – A rosa está pronta, agora.

Ao meio dia o Estudante abriu a janela e olhou.

  • Que sorte! – disse – Uma rosa vermelha! Nunca vi rosa igual em toda a minha vida. É tão linda que tem certamente um nome complicado em latim. E curvou-se para colhê-la.

Depois, pondo o chapéu, correu à casa do professor.

  • Disseste que dançarias comigo se eu te trouxesse uma rosa vermelha, – lembrou o Estudante. – Aqui tens a rosa mais linda e vermelha de todo o mundo. Hás de usá-la, hoje a noite, sobre ao coração, e quando dançarmos juntos ela te dirá o quanto te amo.

A moça franziu a testa.

  • Esta rosa não combina com o meu vestido, disse. Ademais, o Capitão da Guarda mandou-me jóias verdadeiras, e jóias, todos sabem, custam muito mais do que flores…

  • És muito ingrata! – exclamou o Estudante, zangado. E atirou a rosa a sarjeta, onde a roda de um carro a esmagou.

  • Sou ingrata? E o senhor não passa de um grosseirão. E, afinal de contas, quem és? Um simples estudante… Não acredito que tenhas fivelas de prata, nos sapatos, como as tem o Capitão da Guarda… – e a moça levantou-se e entrou em casa.

  • Que coisa imbecil, o Amor! – Resmungou o estudante, afastando-se. – Nem vale a utilidade da Lógica, porque não prova nada, está sempre prometendo o que não cumpre e fazendo acreditar em mentiras. Nada tem de prático e como neste século o que vale é a prática, volto à Filosofia e vou estudar metafísica.

Retornou ao quarto, tirou da estante um livro empoeirado e pôs-se a ler…” Oscar Wilde




"Um humor sarcástico, um sorriso sincero, uma palavra que fere mais que uma faca. Uma frase que desperta, um jeito único, um modo de se sentir superior que se reconhece de longe. De longe mais um que nem todos os outros. De perto a gente consegue ate dizer que e romântico. Se fossemos julgar diríamos ignorante, grosso, chato e escroto. Se fossemos falar a verdade, diríamos exatamente a mesma coisa. Mas entendendo muitos motivos. Pra quem convive suas manias são irritantes. Seus dedos não param de batucar um minuto, sua voz não se cala. Principalmente pra cantar. Sua companhia gera risos. Seu humor provoca e muito. Suas frases deixam você refletindo. Se olhar de longe ele quase sempre parece estar na dele rabiscando seus cadernos pelos cantos enquanto confere uma mensagem no celular. Mas ele esta passando todos os seus sentimentos para aquele papel em branco e conferindo seu diário virtual e seus mais de mil quinhentos e noventa e nove (humildes) leitores. Enquanto sacode seu tênis xadrez impaciente pensa na próxima palavra pra definir seu sentimento. Tão profundo, mas tão ridículo ao mesmo tempo. Entende como e? Complicado, certo? Uma pessoa complexa. Que vai te fazer gastar meses ou anos de sua vida para desvenda-lo. Traz uma imagem em seu rosto que ensina a não julgar o livro pela capa. Tem resposta pra tudo, principalmente pra quem tem pergunta pra tudo. Não liga pra opinião de quase ninguém. Acima dele, apenas Deus. Na verdade, nem isso. Talvez seja orgulhoso demais pra acreditar que existe uma divindade maior que ele mesmo. Pra se encontrar com ele, marque em um lugar em que a porta seja grande, pois talvez ele não passe na entrada… seu ego fica entalado. Grita. Gosta de um, três, mil holofotes. Uma pessoa completamente ridícula e apaixonante ao mesmo tempo. Sabe? Irritante, complicada. Cheio de viadagens e indecisões. Tem gosto por tudo o que e mais difícil. Parece que a palavra “distancia” o atrai. Se voce oferece o amor da vizinha, ele vai escolher uma menina das Filipinas ou um pouco mais longe. Gosta de desafios. Quase nunca da o braço a torcer. Tem coragem de ficar do lado dos bandidos em vez dos mocinhos, pra polemizar. Inovador. Diferente. Ainda não descobri se e porque se destaca de fato ou tenta. Na verdade, não sei nada. Estou digitando essas palavras lembrando das poucas características que me lembro nele. Acho que ele e uma pessoa que vale a pena. Bem inteligente. Irônico. Extremamente metrossexual. Seu cheiro e sempre o mesmo… vodka. Daqueles que te fazem lembrar-se dele a mil quilômetros de distancia e você só consegue pensar “droga, e eu crente que esse filho da puta sairia da minha cabeça!”. Brincalhão. Palhaço. Uma pessoa complicada demais. Parece valer a pena. Interessante? Estranho? Complexo? Só passando pelas suas mãos pra dizer. Acima de qualquer definição, um menino de faces. Um menino de fases. Arrisque-se a conhecê-lo." 

Via: Beatrice Aimee


Posted on May/24/2012
# Tagged: #manuscritos,

"Quão estranho é o passado! Olhar para trás, fitando as lembranças que insistem em causar tremendo rebuliço em minha cabeça, qual o fogo vulgar da paixão não permeia em queimar-nos o peito vez ou outra. Minha memória é tudo o que tenho. E exatamente por isso, é o meu maior demônio. Quando se vive por uma coisa, perde-se a essência, torna-se o reflexo daquilo que o assombra. Mas eu seria apenas carne, se não tivesse de que(m) lembrar. Hoje, vejo que a dor da saudade, a graça dos sorrisos meus que há muito foram gravados na alma são o refúgio do meu ser. Não são quem eu sou, mas decerto fazem parte de mim. E ainda lembro de você. Com seus olhos cor de mel e seu sorriso tímido crispado em sua descarnada boca cor de rosa. Seu ar angelical e a paz de mil borboletas esvoaçantes que vinham me trazer ao seu encontro diariamente; lembro ainda de sua dança mortalmente graciosa, sua ternura irreal e dos efeitos entorpecentes que seu doce veneno ainda me causa; recordo-me também de quando não havia negação. Eu não carecia de fuga, pois, era imune aos teus calorosos toques que, temo, de tanto puxar, capturaram meu coração. Sou sombra. Uma sombra tripartite. Eco de sua música, já no fim de sua batucada, ansiando por liberdade." 

Saudade



traducao-do-amor:
Amei aqui velho ç.ç Seus textos, suas músicas, você curte Demi Lovato, awn *-* Te adicionei no facebook, sou a Fernanda Borges =) +ff

awwn, alguém gosta dos meus textos, hahaha ;33 que bom que cê gostou daqui, . e eu não curto a Demi não kkkk só Skyscraper mesmo, ahaha te aceitei no face e te segui de volta já, ok? ;3 seja bem vinda!



"vem pra cá que tá me dando uma vontade de chorar. não faz assim, não vai pra lá! me coração vai se entregar à tempestade" 

Maria Rita



"Então vão esfriando, se distanciando, disfarçando, deixando de lado, até que um dia acaba de verdade." 

Bárbara Campos   (via onlyasolitary)

(Source: pie-guice, via palavrasapenas2)



"Os interesses mudam, o valores mudam também" 


Posted on May/23/2012
# Tagged: #frases,

amor-zinho:
Saudade é ruim :/

poisée D: eu tb acho u_u tô entrando pouco essa semana ;/



"a gente precisa ter alguém, pra gente cuidar. e pra cuidar da gente também. o nome disso é sobrevivência.. mas se você adicionar um pouco de encantamento nesse pensamento, isso deixa de ser sobrevivência e se torna amor. faz o que você tem que fazer, diz o que tem que ser dito. ou então você nunca vai saber se é fim de jogo mesmo" 

Cilada.com



setudofossereal:
Seguindo de volta amor *-*

oobg môr, haha seja bem vinda ;33



"vou mudar meu nome pra………. Saudade" 


Posted on May/21/2012
# Tagged: #frases,

"Há muito tempo eu desisti de tentar entender as pessoas. Idas e vindas já não devem mais me abalar! Vem quem quer, fica quem pode, quem se interessa. Quem quiser ir, vá. Está fora do meu controle mesmo" 


Posted on May/20/2012 with 2 notes
# Tagged: #frases,

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